Oi.
Ontem comentava com uma pessoa muito querida sobre as atrocidades das pessoas e sobre a capacidade que as pessoas têm de procurar justificativas para suas atitudes insanas. Dificilmente alguém que faz algo ruim, crê que está cometendo uma afronta para o outro. Criará justificativas para si mesmo, como se o fim justificasse os meios...
Crianças são adotadas para fins de escravidão. No fim do mundo? Não, nos EUA. Crianças haitianas são adotadas para que, na cabeça das autoridades e dos parentes, sejam resgatadas da morte certa em um país em ruínas. Mas não é isto que ocorre. As crianças tornam-se escravas e, na idade do conhecimento, quando começam a se rebelar (adolescência), são deportadas, abrindo o caminho para mais uma adoção escravocrata. Mas, na cabeça de quem adotou, sempre existirá a desculpa do "ato humanitário", que tirou uma criança da miséria e ela não soube "retribuir".
Não precisa ir para tão longe. Há alguns anos vi na televisão uma reportagem que me chocou, à época: um homem em Niterói, estado do RJ, pagava um pastel para as suas vítimas (meninos menores de idade), as sodomizava, com violência ou não, mas fatalmente as matava; depois das crianças mortas, ele bebia seu sangue. Algum repórter perguntou porque ele fizera isto com diversas crianças. Ele respondeu, quanto à estratégia de sedução, que foi assim que fizeram com ele, então ele repetia o modo de agir. Quanto a matar crianças não tinha problemas, pois o Pastor da Universal (sic) disse que das crianças era o Reino dos Céus, então as crianças que ele matara iriam direto par o céu; ele disse também que bebia o sangue das crianças para ficar sempre jovem, igual a um vampiro. Tudo plenamente justificado...
Então, meu(minha) amado(a) leitor(a), faço-te um apelo: não se justifque. Melhor, não tenha do que se justificar. Procure em seu íntimo se há em ti algum caminho mau e o extirpe de sua vida. Chega de justificar o injustificável. Não venha a errar, consigo mesmo, com seu próximo, com a humanidade.
Seja feliz e promova a felcidade dos que se encontram à sua volta.
Forte abraço,
Alf.
domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Correria....
Oi.
Pois é. No meu último blog postei sobre o meu cansaço... O caso, é que, quando você está cansado com tempo para dormir, é ótimo, você aproveita para descansar de verdade. Mas quando não tem tempo...
Ontem à noite, procurando um horário para ir ao banco hoje, descobri que não tenho tempo de ir ao banco. Ou de almoçar. Só conseguirei respirar depois das 18:00h. E olhe lá...
Amanhã, sábado, irei à faculdade preparar uma palestra. Isto depois de ter instalado o servidor novo no laboratório. Pelo menos amanhã eu almoço, pois serve almoço no quartel... Já domingo, tenho aula o dia todo, não sei se almoço. Talvez eu jante. Quem sabe?
Segunda: trabalho, curso de licitação, palestra na faculdade.
Terça: idem segunda. Não, minto, troca-se palestra na facu por aula de cursinho noturna.
Quarta: trabalho, curso de licitação, se tiver workshop na facu, workshop, senão, outra aula noturna. Ah, sim, um módulo do curso é feito junto com o meu expediente... Como eu estarei em dois lugares ao mesmo tempo eu ainda não sei...
Quinta: idem quarta.
Sexta: ficarei sem almoço novamente. Talvez sem janta. Talvez sem dormir... Xiiiii!!!
Sábado: se alguém inventar qualquer coisa pra eu fazer no outro sábado eu mando ir tomar toddynho (ou aquela outra bebida, japonesa, não sei se alguém conhece, a NOKU...). Decidi, acho que só tem um jeito para mim: tornar-me adventista do sétimo dia - aquela religião na qual o cara não faz nada no sábado...
E tenho dito. Ah, sim, devo ir ao banco na segunda da outra semana (se der), lá na frente... Se bem que, com esta demora toda, já devo ter entrado no vermelho... Perdi a oportunidade, risos.
Bjs e abraços, corridos, daqueles que quando vc pensa que vai, foi,
Alf.
Pois é. No meu último blog postei sobre o meu cansaço... O caso, é que, quando você está cansado com tempo para dormir, é ótimo, você aproveita para descansar de verdade. Mas quando não tem tempo...
Ontem à noite, procurando um horário para ir ao banco hoje, descobri que não tenho tempo de ir ao banco. Ou de almoçar. Só conseguirei respirar depois das 18:00h. E olhe lá...
Amanhã, sábado, irei à faculdade preparar uma palestra. Isto depois de ter instalado o servidor novo no laboratório. Pelo menos amanhã eu almoço, pois serve almoço no quartel... Já domingo, tenho aula o dia todo, não sei se almoço. Talvez eu jante. Quem sabe?
Segunda: trabalho, curso de licitação, palestra na faculdade.
Terça: idem segunda. Não, minto, troca-se palestra na facu por aula de cursinho noturna.
Quarta: trabalho, curso de licitação, se tiver workshop na facu, workshop, senão, outra aula noturna. Ah, sim, um módulo do curso é feito junto com o meu expediente... Como eu estarei em dois lugares ao mesmo tempo eu ainda não sei...
Quinta: idem quarta.
Sexta: ficarei sem almoço novamente. Talvez sem janta. Talvez sem dormir... Xiiiii!!!
Sábado: se alguém inventar qualquer coisa pra eu fazer no outro sábado eu mando ir tomar toddynho (ou aquela outra bebida, japonesa, não sei se alguém conhece, a NOKU...). Decidi, acho que só tem um jeito para mim: tornar-me adventista do sétimo dia - aquela religião na qual o cara não faz nada no sábado...
E tenho dito. Ah, sim, devo ir ao banco na segunda da outra semana (se der), lá na frente... Se bem que, com esta demora toda, já devo ter entrado no vermelho... Perdi a oportunidade, risos.
Bjs e abraços, corridos, daqueles que quando vc pensa que vai, foi,
Alf.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Cansaço...
Oi!
Estou cansado. Como sempre... Continuo cansado, desde ontem, desde ano passado, desde tempos imemoriais... O engraçado é que eu sempre pensei que meu cansaço fosse em virtude do lítio (sim, eu tomo lítio...) ou da fluoxetina (sim, eu tomo fluoxetina... Mas louco é a PQP, viu seu preconceituoso)! Mas não deve ser... A psiquiatra (?!?!?!?! É, não sou louco, acredite; só porque eu tomo remédio controlado, vou ao psiquiatra e acho Brasília o melhor lugar do mundo... Xiiiiiiiiiiiiiiii... Vamos mudar de assunto? Risos) caiu, levou um tombo e não está atendendo nenhum paciente, eu "include". Logo, já lá se vão três meses que eu não os tomo (os remédios...).
Preguiçoso também é a PQP. Não é preguiça não... Chego a sentir dor física na altura do estômago. Não é um calor, uma queimação como a azia. É como se algo estivesse apertando o meu estômago. Quando o tal sono bate, só tenho uma coisa a fazer: DORMIR! Não importa se eu tenho alguém agendado ou se eu preciso fazer algo. O sono é mais forte. Tem a questão da dor. Os dois juntos (o sono e a dor) me empurram para dormir. Muitas histórias engraçadas existem, mas inesquecível para mim foi o dia em que eu havia marcado um compromisso com a Solange e sumi. Ela ligou para Deus e todo mundo (inclusive meus quatro - aham, vc leu certo, QUATRO - números de celular) atrás de mim e eu estava no meu local de trabalho DORMINDO COMO UM PORCO (fora do meu expediente, que fique bem claro...)! O pessoal disse para ela que existia um barulho ensurdecedor (meu ronco) vindo da sala de repouso (local onde os plantonistas dormem) e que alguém dissera que eu estava dormindo lá. Que a Solange ficou uns dois meses sem falar comigo, eu detalho outra hora, mas que o meu sono quando vem é incontrolável, é. E não adianta, acordo tão cansado como antes. E hoje em dia, meu pé até dói (deve ser inchaço).
Despeço-me, esperando que vocês não passem pelo que eu passo,
Bjs,
Alf.
Estou cansado. Como sempre... Continuo cansado, desde ontem, desde ano passado, desde tempos imemoriais... O engraçado é que eu sempre pensei que meu cansaço fosse em virtude do lítio (sim, eu tomo lítio...) ou da fluoxetina (sim, eu tomo fluoxetina... Mas louco é a PQP, viu seu preconceituoso)! Mas não deve ser... A psiquiatra (?!?!?!?! É, não sou louco, acredite; só porque eu tomo remédio controlado, vou ao psiquiatra e acho Brasília o melhor lugar do mundo... Xiiiiiiiiiiiiiiii... Vamos mudar de assunto? Risos) caiu, levou um tombo e não está atendendo nenhum paciente, eu "include". Logo, já lá se vão três meses que eu não os tomo (os remédios...).
Preguiçoso também é a PQP. Não é preguiça não... Chego a sentir dor física na altura do estômago. Não é um calor, uma queimação como a azia. É como se algo estivesse apertando o meu estômago. Quando o tal sono bate, só tenho uma coisa a fazer: DORMIR! Não importa se eu tenho alguém agendado ou se eu preciso fazer algo. O sono é mais forte. Tem a questão da dor. Os dois juntos (o sono e a dor) me empurram para dormir. Muitas histórias engraçadas existem, mas inesquecível para mim foi o dia em que eu havia marcado um compromisso com a Solange e sumi. Ela ligou para Deus e todo mundo (inclusive meus quatro - aham, vc leu certo, QUATRO - números de celular) atrás de mim e eu estava no meu local de trabalho DORMINDO COMO UM PORCO (fora do meu expediente, que fique bem claro...)! O pessoal disse para ela que existia um barulho ensurdecedor (meu ronco) vindo da sala de repouso (local onde os plantonistas dormem) e que alguém dissera que eu estava dormindo lá. Que a Solange ficou uns dois meses sem falar comigo, eu detalho outra hora, mas que o meu sono quando vem é incontrolável, é. E não adianta, acordo tão cansado como antes. E hoje em dia, meu pé até dói (deve ser inchaço).
Despeço-me, esperando que vocês não passem pelo que eu passo,
Bjs,
Alf.
domingo, 9 de maio de 2010
Dia das mães.
Oi.
Ontem eu mandei uma mensagem bem humorada, via e-mail, para meus contatos, aqueles que se encontram em minha lista. Mas aqui, eu escolhi escrever algo mais sério, pois a maternidade é algo muito sério.
Desde tempos imemoriais são as mães as responsáveis pelo crescimento social da humanidade. Se elas educarem bem seus filhos, serão adultos responsáveis que, no final das contas, ajudarão no desenvolvimento humano. Sempre foi assim. Nos primórdios, o homem saía para caçar e a família (velhos, mulheres e crianças) ficavam na tribo, à espera do alimento. É neste contexto que a mãe se fazia mais mãe, mais presente. O pai aparecia de vez em quando, trazendo conforto e alegria, mas a responsável pela educação sempre foi a mãe.
Chegamos ao século vinte com pouquíssimas alterações do modelo. A mulher, quando trabalhava fora, era em extensões de suas atividades maternas - era professora, cuidadora de idosos e doentes, cozinheira, arrumadeira, etc... Então surgiu a pílula (anticoncepcional) e, com sua evolução até os nossos dias, a mulher pode ser aquilo que ela quiser ser. So tem um detalhe: aquelas que optam pela maternidade JAMAIS poderão deixar de ser mães, sob o risco de, ao fazer isto, levar a sociedade ao colapso. São elas e não a índole, o horóscopo, o guia espiritual, a condição social ou qualquer outra desculpa esfarrapada que se queira dar, as responsáveis pela manutenção da ordem na sociedade. Ser mãe é algo miraculoso, divino, no sentido de que elas podem dar a vida. Mas, ao meu ver, também é divino no sentido de que são elas quem apresentam aos filhos o bem e o mal, a benção e a maldição, ao educarem e levarem seus filhos pelo correto caminho, dando-lhes ainda a opção: "escolhe pois a vida, para que vivas".
Mamães, parabéns. Não mamães, o que vocês estão esperando? Ano que vem quero dar os parabéns a vocês também! Ah, alguém pode alegar que não pode dar à luz... Que historinha mais sem pé, nem cabeça, hein??!?!?!!! ADOTE!!! Você pode ser mãe sem ter parido. Você pode cumprir o papel social de quem não pôde cumprí-lo e trazer alegria para uma vida que só conheceu a rejeição e, desta forma, fazê-la uma pessoa melhor. Pessoas melhores promovem o crescimento social da humanidade... Êpa, o círculo se fechou (veja o segundo parágrafo...). Viu? Ser mãe é doação. Pouca importa se o filho é seu. Quem quer ser mãe, o será, sem egoísmos ou querências, apenas amando seus filhos (naturais ou não).
Parabéns, mais uma vez, a estas verdadeiras guerreiras, as mães.
Beijos e abraços,
Alf.
Ontem eu mandei uma mensagem bem humorada, via e-mail, para meus contatos, aqueles que se encontram em minha lista. Mas aqui, eu escolhi escrever algo mais sério, pois a maternidade é algo muito sério.
Desde tempos imemoriais são as mães as responsáveis pelo crescimento social da humanidade. Se elas educarem bem seus filhos, serão adultos responsáveis que, no final das contas, ajudarão no desenvolvimento humano. Sempre foi assim. Nos primórdios, o homem saía para caçar e a família (velhos, mulheres e crianças) ficavam na tribo, à espera do alimento. É neste contexto que a mãe se fazia mais mãe, mais presente. O pai aparecia de vez em quando, trazendo conforto e alegria, mas a responsável pela educação sempre foi a mãe.
Chegamos ao século vinte com pouquíssimas alterações do modelo. A mulher, quando trabalhava fora, era em extensões de suas atividades maternas - era professora, cuidadora de idosos e doentes, cozinheira, arrumadeira, etc... Então surgiu a pílula (anticoncepcional) e, com sua evolução até os nossos dias, a mulher pode ser aquilo que ela quiser ser. So tem um detalhe: aquelas que optam pela maternidade JAMAIS poderão deixar de ser mães, sob o risco de, ao fazer isto, levar a sociedade ao colapso. São elas e não a índole, o horóscopo, o guia espiritual, a condição social ou qualquer outra desculpa esfarrapada que se queira dar, as responsáveis pela manutenção da ordem na sociedade. Ser mãe é algo miraculoso, divino, no sentido de que elas podem dar a vida. Mas, ao meu ver, também é divino no sentido de que são elas quem apresentam aos filhos o bem e o mal, a benção e a maldição, ao educarem e levarem seus filhos pelo correto caminho, dando-lhes ainda a opção: "escolhe pois a vida, para que vivas".
Mamães, parabéns. Não mamães, o que vocês estão esperando? Ano que vem quero dar os parabéns a vocês também! Ah, alguém pode alegar que não pode dar à luz... Que historinha mais sem pé, nem cabeça, hein??!?!?!!! ADOTE!!! Você pode ser mãe sem ter parido. Você pode cumprir o papel social de quem não pôde cumprí-lo e trazer alegria para uma vida que só conheceu a rejeição e, desta forma, fazê-la uma pessoa melhor. Pessoas melhores promovem o crescimento social da humanidade... Êpa, o círculo se fechou (veja o segundo parágrafo...). Viu? Ser mãe é doação. Pouca importa se o filho é seu. Quem quer ser mãe, o será, sem egoísmos ou querências, apenas amando seus filhos (naturais ou não).
Parabéns, mais uma vez, a estas verdadeiras guerreiras, as mães.
Beijos e abraços,
Alf.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
0605
Oi.
Hoje é um dia epecial. A pessoa que mais amo na face da Terra nasceu num dia como hoje, no Sudeste. Amadureceu bastante aqui no Centro-Oeste, passou suas lutas, algumas comigo, mas tenho medo de que esta pessoa esteja cada vez mais distante de mim...
É natural este afastamento. As pessoas se conhecem, se unem, se envolvem... Mas um certo dia, tudo acaba. Não porque o amor deixou de existir, apenas mudou de significado...
Surgiram novas pessoas, novas situações... A pessoa amada sentiu, mais que achou, que era o caso de fazer seu vôo solo, sem mim. Acompanhada, é claro, de outra(s). É o caminho natural da vida. Tanto amor investido, tantos sonhos compartilhados e, num belo dia, como num passe de mágica, a pessoa amada resolve fugir, DE CARRETA, para qualquer lugar que a faça feliz. E já escolheu suas companhias, me deixando de fora...
A pessoa amada só não sabe uma coisa: como é que ela e seus companheiros (a Nena deve ir junto) diminuirão para caber dentro da carreta de brinquedo da "Scuderia Ferrari" que ganhou de presente de aniversário. E eu não sei como encolhê-los. A pessoa amada também ganhou um pião musical e é claro, um avião (sua grande paixão), à fricção. A pessoa amada em questão é meu filho, César. A única coisa que me deixou triste é que ele não falou em me encolher... Será que realmente não me ama mais e está pronto para viver sua nova vida ao lado de seus novos amigos? Com SETE anos? AHAM! Ô pai coruja, porém medroso, risos.
E você, deixe de ser candinha e achar que meu blog é espaço para fofocas. Eu, hein?!?!?!
Parabéns ao Cesinha e a todos os Taurinos de 06 de maio.
Brincadeiras à parte,
Bjs,
Alf.
Hoje é um dia epecial. A pessoa que mais amo na face da Terra nasceu num dia como hoje, no Sudeste. Amadureceu bastante aqui no Centro-Oeste, passou suas lutas, algumas comigo, mas tenho medo de que esta pessoa esteja cada vez mais distante de mim...
É natural este afastamento. As pessoas se conhecem, se unem, se envolvem... Mas um certo dia, tudo acaba. Não porque o amor deixou de existir, apenas mudou de significado...
Surgiram novas pessoas, novas situações... A pessoa amada sentiu, mais que achou, que era o caso de fazer seu vôo solo, sem mim. Acompanhada, é claro, de outra(s). É o caminho natural da vida. Tanto amor investido, tantos sonhos compartilhados e, num belo dia, como num passe de mágica, a pessoa amada resolve fugir, DE CARRETA, para qualquer lugar que a faça feliz. E já escolheu suas companhias, me deixando de fora...
A pessoa amada só não sabe uma coisa: como é que ela e seus companheiros (a Nena deve ir junto) diminuirão para caber dentro da carreta de brinquedo da "Scuderia Ferrari" que ganhou de presente de aniversário. E eu não sei como encolhê-los. A pessoa amada também ganhou um pião musical e é claro, um avião (sua grande paixão), à fricção. A pessoa amada em questão é meu filho, César. A única coisa que me deixou triste é que ele não falou em me encolher... Será que realmente não me ama mais e está pronto para viver sua nova vida ao lado de seus novos amigos? Com SETE anos? AHAM! Ô pai coruja, porém medroso, risos.
E você, deixe de ser candinha e achar que meu blog é espaço para fofocas. Eu, hein?!?!?!
Parabéns ao Cesinha e a todos os Taurinos de 06 de maio.
Brincadeiras à parte,
Bjs,
Alf.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Curto e grosso.
Oi.
O título de hoje não faz menção a nenhuma parte do meu corpo (UÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊPAAAAA!!!!!!). Nem diz respeito ao meu modo de tratar as pessoas.
É que hoje eu ouvi um comentário, de uma pessoa que eu tenho na mais alta estima e consideração, o Hélio Sant'ana, que me deixou, digamos, desconfortável...
Ele falou a verdade: meus textos são muito grandes para um blog. A idéia de um blog é ser um twitter grande; ou, o twitter é um blog pequeno. Enfim, vc entendeu... Ou não. Não sei... Também, se for seguir o conselho do amigo, não poderei explicar do meu jeito... Sou meio falante, entende?
O CHATO é que ele não é o primeiro... Várias outras pessoas me disseram isto.
Estou confuso. Pensei em ser curto e grosso, daí o título do blog. Mas não sou, então terei que mudar de estratégia e escrever textos menores...
Como este.
Bjs, bom tudo,
Alf.
O título de hoje não faz menção a nenhuma parte do meu corpo (UÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊPAAAAA!!!!!!). Nem diz respeito ao meu modo de tratar as pessoas.
É que hoje eu ouvi um comentário, de uma pessoa que eu tenho na mais alta estima e consideração, o Hélio Sant'ana, que me deixou, digamos, desconfortável...
Ele falou a verdade: meus textos são muito grandes para um blog. A idéia de um blog é ser um twitter grande; ou, o twitter é um blog pequeno. Enfim, vc entendeu... Ou não. Não sei... Também, se for seguir o conselho do amigo, não poderei explicar do meu jeito... Sou meio falante, entende?
O CHATO é que ele não é o primeiro... Várias outras pessoas me disseram isto.
Estou confuso. Pensei em ser curto e grosso, daí o título do blog. Mas não sou, então terei que mudar de estratégia e escrever textos menores...
Como este.
Bjs, bom tudo,
Alf.
domingo, 2 de maio de 2010
Os dois pratos da balança.
Oi.
Recebi uma triste confissão ontem. A história de um homem que não soube dosar a sua vida de acordo com uma balança. Ele se confessou atordoado. Estava assim porque não estava com o amor da sua vida.
Narrou-me os fatos: quando ainda era casado, conheceu uma moça e se deixou apaixonar por ela. Apaixonar-se, é uma coisa. Quantas e quantas pessoas ao longo da vida, conhecemos, nos apaixonamos, tratamos deste sentimento platonicamente e sublimamos, não chegando às vias de fato. Deixar-se levar pela paixão é outra, diferente, confusa e com consequências, mormente, tristes. Como na história dele.
Quando deixou-se levar pela paixão, não sossegou em seu íntimo até que chegasse às vias de fato, à via carnal da paixão. Só que se esquecera de primeiro romper com seu relacionamento anterior e estável. Ele me disse que a paixão fora tão avassaladora que era como se ele nem estivesse mais casado.
Só que, como diz o popular ditado, o que começa mal, termina mal. Sua família e amigos descobriram o seu envolvimento com uma mulher solteira, assim como a família da moça; ninguém aceitou aquele relacionamento e eles (a moça e meu amigo) acabaram por afastar-se.
Findo o romance, meu amigo tentou acertar as coisas. Separou-se, formalmente, na justiça, como se deve. Mas ao procurar a moça que o motivou a fazer as coisas que fez, ela não o queria mais. Era, segundo me disse, conforme ouviu de sua boca (da boca dela, desculpem o cacófono), uma relação que fazia mal para ela (sic - não entendi como fazia mal para ela, também fiquei sem graça de perguntar; nestas horas acredito eu que valha mais a pena o conforto do silêncio do que o confronto das palavras...)...
Após seu relato, fiz o que achei que devia fazer (não, não saí telefonando para minhas amigas solteiras arrumando encontros, dizendo que tinha um amigo disponível - vocês fazem muito mal juízo de mim, risos) e ele foi embora deconsolado, da mesma forma que iria se eu não tivesse feito nada. O desconsolo, no caso, não tem nada a ver comigo, tem a ver com sua própria situação...
Aqui no diário, porém, acho que posso descortinar o segredo desta tristeza: a tristeza vem do desrespeito aos dois pratos da balança. Qual balança? A Balança do Tempo. O tempo é medido como em balanças, onde existem dois pratos de tempo: o "demasiado cedo" e o "demasiado tarde"; quando estão em harmonia, têm-se o tempo "justo". Demasiado cedo foi começar uma nova relação sem estar plenamente livre da primeira; demasiado tarde, foi procurar a moça depois que as decisões já haviam sido tomadas. E o tempo justo? Teria sido o tempo ideal em que, na vida daquele homem, tudo se acertaria, não sem dor, mas da melhor maneira possível...
Cuidemos todos nós, para que possamos em nossas vidas, encontrar o momento ideal na balança, para que nossas decisões não nos tragam tristeza, mais cedo ou mais tarde, mas que sejam fonte de alegria e bençãos.
Beijos, "contra-balanceados",
Alf.
Recebi uma triste confissão ontem. A história de um homem que não soube dosar a sua vida de acordo com uma balança. Ele se confessou atordoado. Estava assim porque não estava com o amor da sua vida.
Narrou-me os fatos: quando ainda era casado, conheceu uma moça e se deixou apaixonar por ela. Apaixonar-se, é uma coisa. Quantas e quantas pessoas ao longo da vida, conhecemos, nos apaixonamos, tratamos deste sentimento platonicamente e sublimamos, não chegando às vias de fato. Deixar-se levar pela paixão é outra, diferente, confusa e com consequências, mormente, tristes. Como na história dele.
Quando deixou-se levar pela paixão, não sossegou em seu íntimo até que chegasse às vias de fato, à via carnal da paixão. Só que se esquecera de primeiro romper com seu relacionamento anterior e estável. Ele me disse que a paixão fora tão avassaladora que era como se ele nem estivesse mais casado.
Só que, como diz o popular ditado, o que começa mal, termina mal. Sua família e amigos descobriram o seu envolvimento com uma mulher solteira, assim como a família da moça; ninguém aceitou aquele relacionamento e eles (a moça e meu amigo) acabaram por afastar-se.
Findo o romance, meu amigo tentou acertar as coisas. Separou-se, formalmente, na justiça, como se deve. Mas ao procurar a moça que o motivou a fazer as coisas que fez, ela não o queria mais. Era, segundo me disse, conforme ouviu de sua boca (da boca dela, desculpem o cacófono), uma relação que fazia mal para ela (sic - não entendi como fazia mal para ela, também fiquei sem graça de perguntar; nestas horas acredito eu que valha mais a pena o conforto do silêncio do que o confronto das palavras...)...
Após seu relato, fiz o que achei que devia fazer (não, não saí telefonando para minhas amigas solteiras arrumando encontros, dizendo que tinha um amigo disponível - vocês fazem muito mal juízo de mim, risos) e ele foi embora deconsolado, da mesma forma que iria se eu não tivesse feito nada. O desconsolo, no caso, não tem nada a ver comigo, tem a ver com sua própria situação...
Aqui no diário, porém, acho que posso descortinar o segredo desta tristeza: a tristeza vem do desrespeito aos dois pratos da balança. Qual balança? A Balança do Tempo. O tempo é medido como em balanças, onde existem dois pratos de tempo: o "demasiado cedo" e o "demasiado tarde"; quando estão em harmonia, têm-se o tempo "justo". Demasiado cedo foi começar uma nova relação sem estar plenamente livre da primeira; demasiado tarde, foi procurar a moça depois que as decisões já haviam sido tomadas. E o tempo justo? Teria sido o tempo ideal em que, na vida daquele homem, tudo se acertaria, não sem dor, mas da melhor maneira possível...
Cuidemos todos nós, para que possamos em nossas vidas, encontrar o momento ideal na balança, para que nossas decisões não nos tragam tristeza, mais cedo ou mais tarde, mas que sejam fonte de alegria e bençãos.
Beijos, "contra-balanceados",
Alf.
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