sábado, 28 de agosto de 2010

Sábado madorrento...

Oi.
Hoje, PARA MIM, foi um daqueles dias em que eu tive dificuldade em sair do lugar. Precisava ir à feira dos importados, comprar um cabinho híbrido coaxial/par trançado. Que dificuldade... A minha, em tomar um banho, me vestir, arranjar um cabo antigo de modelo, sair com o carro, dirigir até lá... Cada atividade destas foi um martírio. A preguiça foi tanta que acabei comendo lá pela feira mesmo...
Fora todos os compromissos que montei na minha cabeça. E que não cumpri. Não, não foi porque hoje foi sábado. Simplesmente as coisas aconteceram assim... Mesmo os compromissos que dependiam mais do outro lado do que de mim, não ocorreram por falta de disponibilidade do outro.
Outro dia comentava com meu chefe que quando um colega chega cansado para trabalhar, parece que todos chegam cansados. Será que é asim mesmo? Dê sua opinião!
Forte abraço,
Alf.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ajudando brucutus...

Oi.
Talvez se pense que brucutus não precisem de ajuda. Pode ser, mas em se tratando de brucutus da vida real. Eu, porém, estou falando aqui dos brucutus do cinema, mais especificamente, os brucutus que fazem do filme "Os Mercenários" (The Expendables, EUA, 2010), uma obra prima DO GÊNERO.
Digo que os estou ajudando, aos brucutus, porque andei lendo as críticas e pouquíssimas foram favoráveis ao filme e ajudaram a perpetuar no país um movimento de boicote, em virtude de umas palavras impensadas do Sylvester Stallone. Vamos ajudá-los, então?
Vocês conhecem o Berlusconi? É uma espécie de "Lula misturado com Maluf" da política italiana. Vive fazendo asneira e falando bobagem (tal como os dois que acabei de citar). Ora, ninguém deixou de comer pizza porque o Berlusconi "fez mais uma"... Alguém poderia dizer que as palavras do Stallone diziam respeito exclusivamente ao Brasil e aos brasileiros; mas será que alguém já viu português deixar de vender pãozinho na padaria porque brasileiro fez piada dele? Acho que quem está com um preconceito às avessas é esta pretensa intelectualidade que não percebe a diferença entre uma bobagem falada num momento de entusiasmo e uma frase com a intenção de ofender ou menosprezar. Quem é que, sob o foco dos holofotes, nunca disse uma piadinha pra se mostrar? Ele, macho alpha que é, feliz pela suas conquistas, fez uma piada. Não foi uma sentença, algo escrito, endereçado a um órgão oficial por sua assessoria de imprensa. O mais estranho é que justamente o brasileiro tem fama de brincar com tudo e com todos... Pior do que simplesmente um mal entendido, do outro lado da ponte, o que eu enxergo é a pobreza de espírito daqueles que não entenderam uma piada como uma piada. Credo.
O blog ficará grande hoje, mas ontem eu prometi explicar porque o filme "Os Mercenários" é maravilhoso. Vamos lá: ninguém que se arrisca a ir ao cinema assistir a um filme com esta ficha técnica, espera assistir a uma obra sheakespereana. Stallone ou Stattham não são Branagh ou Malkovitch; são o que são, atores que formaram suas carreiras "interpretando" homens fortes, brutos, cauterizados pelas mazelas da vida. Então, quem vai assitir a um filme cuja fama é reunir os melhores atores de ação de todos os tempos, que tem dois campeões de luta (Randy Couture, conhecido em seu esporte, o MMA, como "A Lenda" e Steve Austin, campeão de Wrestling, também conhecido como "A Lenda" em seu esporte) e dois dos mais bem sucedidos coreógrafos de lutas em cena (Jet Li, que já foi considerado Tesouro Nacional na China e Gary Daniels, que de tão bom, trocou a frente das câmeras pelo outro lado, mas que neste filme faz uma pontinha como torturador) só deve esperar isto mesmo, explosões, lutas, perseguições, cenas inverossímeis, roteiro capenga e muita, muita diversão.
O roteiro, chamado por mim de capenga, nem é tão capenga assim. É previsível, mas tem umas boas sacadas, como na hora em que o serviço dos mercenários é contratado, com Stallone, Scharzenegger e Willis em cena, fazendo troça de seus personagens anteriores e até de suas carreiras. Aliás, no filme todo, os atores aparecem fazendo troça de si mesmos. Nem Randy Couture e Jet Li escapam, com o primeiro falando de sua orelha couve-flor e o segundo falando que é baixinho...
Entre os "The Expendables" do título original - algo como os dispensáveis ou os sobressalentes - chamou-me a atenção Therry Crews. Este excelente ator, de veia cômica, trabalhou em comédias como "As Branquelas" e foi notabilizado pelo seu trabalho como o pai do "Chris" da TV, estava quase fora de contexto. Aí, justamente com a presença dele, vc se desperta. É um filme de ação, mas o enfoque é outro. É diversão. Até as explosões, as munições especiais, o modo como os ferimentos acontecem (de forma nitidamente exagerada) nos mostram que o objetivo é divertir, ao invés de servir de "documentário" sério, sobre a vida de mercenários.
Séria, convincente e inesperada, porém, foi a interpretação de Dolph Lundgren. Ele fazia um homem atormentado, pela vida que levava, pelas drogas que tomava, pelas decisões erradas, etc... Nem de longe lembrava o inexpressivo "Ivan Drago" de "Rocky IV", seu primeiro trabalho no cinema, também com Sylvester Stallone. E sua cena de luta com Jet Li, para mim - repito, para mim - foi a melhor cena de luta do filme. Eu frisei o "para mim", pois sei que amanhã minha caixa postal estará cheia com os comentários dos fãs de Randy Couture. Coube a ele a luta final, diante do não menos brilhante lutador Steve Austin, de estilo semelhante, mas de esporte diferente. Para ambientar a luta final para o grande público, que poderia conhecer Couture, mas não Austin, tem uma cena legal do Stallone levando porrada do Austin - é um ganho ver o Stallone apanhando, hehehehehehehe.
Nossa Gisele Itié faz bonito diante das câmeras; algum crítico entendeu que ela fez par romântico com Stallone, o que significa que tem crítico que vai ao cinema e não entende o filme. Não explico mais porque senão, quem ainda vai assistir ao filme, perderá a graça.
Por último e não menos importante, Eric Roberts (irmão da Júlia), vilão - tem uma década que só interpreta vilão - não luta. Não me perguntem porque. A última vez que o vi lutando foi num filme B, baseado em vídeogame, chamado "DOA".
Bem, acho que já usei argumentos demais em defesa do filme (ainda existem muitos outros...) e apesar de já estar em cartaz há quinze dias, concito você a ir. É uma grande diversão, para ser regada a pipoca. É inverossímel, com certeza. Mas, e daí?
Beijão, bom cinema,
Alf.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu voltei...

Oi.
"Eu voltei, agora pra ficar...", diz a famosa música cantada pelo "Rei" Roberto Carlos. Mas hoje, posso apenas dizer que voltei. Passei 42 dias sentindo dor, aí inclusas minha internação, cefaléias, diarréias e até a novidade, sem causa e efeito com meus problemas de saúde, dor irradiada nas pernas pelo nervo ciático. Passou-me também a brilhante idéia de republicar textos antigos, escritos para outros canais, mas me ocorreu que eles devem ter perdido a originalidade e o momento. Então passo a vos escrever hoje, até que seja novamente acometido por dores ou doenças...
Aliás, este ano pra mim não tem sido fácil... Teve a acidentada viagem para o Rio, os diversos acidentes com os carros, vendi minha moto (medo, logicamente), a internação, o risco da cirurgia... Ufa. Enfim, continuo sobrevivendo.
Outro que continua sobrevivendo, é o gênero de filmes de ação; não falo aqui de qualquer gênero de filmes de ação. Falo do gênero que tornou famosos nomes como: Stallone, Snipes, Van Damme e outros. Ontem, comemorando o primeiro dia sem dor, fui ao cinema. Assistir, é claro, ao maravilhoso filme "Os Mercenários". Não, não estou sob efeito de fortes drogas. É só uma questão de coerência. Mas explico isto amanhã.
Beijão,
Saudades,
Alf.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Quando o amor machuca...

Oi.
Neste nosso país de Elisa Samúdio e Advogada Mércia, vi ontem no Datena mais um caso, de uma menina de 16 anos de idade, com os sonhos próprios de uma menina desta idade (ser modelo e atriz) que foi alvejada por seis ou cinco tiros, vários no rosto. Sobreviveu. Mas viu seus sonhos desmoronarem diante da desfiguração do seu rosto e da perda da visão de um olho...
Caso eu tivesse estômago, assistiria a esta TV de reportagens investigativas mais vezes. Porque, apesar de levar o nome de sensacionalista e de forçar um pouco a barra no quesito emocional, os fatos citados pela imprensa são reais e pelo que eu estou percebendo, pessoas estão sofrendo em relações que deveriam ser de amor e felicidade. Isto sem falar nos casos de pedofilia, principalmente dentro da família. Ontem, no tal programa, teve um caso em que um Pai de Santo alegava incorporar uma entidade e, incorporado, mantinha relações sexuais com as duas filhas, uma hoje com dezenove (que sabe-se lá desde quando era abusada - o programa falou que o processo dura três anos, então os abusos são anteriores a isto...) e outra, com TREZE anos de idade... A entidade alegada era o Zé Pilintra, mas o pai das meninas devia ser o Zé Pilantra e, para pilantras como ele, só a justiça e a cadeia, como diz o Datena, "que é o que eles merecem". Isto sem falar no mal que causa à esta classe religiosa, onde a maioria tá ali porque acredita, faz um trabalho sério e é maculada por causa de um cidadão como este.
Retomando o foco, não entendo mais estas relações; gente, qualquer pessoa sadia se envolve num relacionamento amoroso para ser feliz e para fazer o outro feliz. Se um dos dois não está feliz, basta a separação. Se alguma das partes tem direitos legais, que sejam pagos. Não dá é para sair matando por dinheiro, ou por ciúmes, ou por falsa idéia de posse, ou o que quer que seja. Amor é para fazer bem, não para doer.
Beijos amorosos, como de um pai sério para com seus filhos,
Alf.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A primeira é inesquecível...

Oi.
Domingo a Mirian me falava sobre antigos namorados que a procuraram ao longo da vida. Enquanto a escutava "ressucitando defuntos", me veio à memória todas as outras histórias parecidas. Sim, é verdade. Escuto históras de antigos amores todos os dias, ao vivo, por e-mail, por telefone... Quando resolvi escrever um Blog, o fiz para expôr a um público maior do que meus interlocutores, meu ponto de vista sobre os diversos assuntos que permeiam, que pontuam, que fazem da viagem da vida uma experiência realmente interessante e, ao final, descobrimos, prazeirosa. Inclusive os encontros e desencontros românticos desta vida. Mas o povo prefere me procurar de um modo mais, digamos, intimista. Beleza. Escuto lá e, preservando identidades, exponho aqui.
Lembrei-me que a Mírian é de Volta Redonda. Lembrei-me também que quando minha mãe morreu, em 2006, estive lá. Com todos que falava, quando era apresentado a alguém, a referência eram as minhas ex (namoradas, peguetes, ficantes, e, não raro, apenas objetos de desejo - mas eram referência). É sério. Um casal chegou a me apresentar duas vezes no mesmo dia usando como referência duas ex-namoradas distintas. Percebo que o voltarredondense é saudosista. Ou ainda, que a minha geração é saudosista. Ou, quem sabe, a minha geração, que vivia naquela região geográfica da baixada fluminense, é hoje, saudosista. A última hipótese me parece válida, principalmente quando eu contrasto aquele meu povinho com o povo daqui da capital federal; não vejo esse saudosismo por aqui, não percebo as pessoas olhando para trás nas coisas do coração, só para frente. O que é melhor? Olhar para trás ou para frente? Não sei. Fazemos assim: você experimente e depois me fala (e, "mais depois", eu exponho aqui)....
A primeira insquecível porém, não é uma ex-namorada. É a primeira postagem após os 42 anos de idade. Esta sim, será inesquecível.
Beijos a todos,
Alf.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Madrugada...

Oi.
Estou trabalhando. Quase sempre, estou trabalhando. E ainda assim, não dou conta. Sempre tem um cliente insatisfeito, sempre falta alguma conta para pagar ao fim do mês e por aí vai... Com relação às contas, será que gasto demais? Talvez... Descobri, por acaso, que o meu filho estuda numa escola em que a maioria dos pais é dentista. É sério. Eu já conhecia a mãe de uma aluna. Ela é dentista. O marido dela, também. Ontem à noite, fui a uma festinha de criança. Lá pelas tantas descubro que quase todo mundo na festa era ou médico, ou dentista. E eu, um mero tecnólogo. Com salário de Tecnólogo...
Não posso reclamar de meu salário. É mais até que muitos salários pagos a profissionais de nível superior. Um adendo: para quem não sabe e dada a similitude do termo, Tecnólogo é um título de profissional de nível superior, como licenciatura, bacharel, engenheiro, médico, etc... Quer me ver com raiva? Pergunte se eu sou técnico em informática. Nada contra eles, os técnicos; eu, porém não sou, sou Tecnólogo em Processamento de Dados, área: informática, formado pela FATEC/BS.
Retomando, porém: eu trabalho muito, isto é fato. Cumpro expediente no serviço público e faço minhas consultorias na área de informática depois do expediente. Mas a questão que me leva a trabalhar tanto, na verdade, nunca foi dinheiro - apesar de minhas alegações no início do texto. O fato é que eu me sinto capaz de resolver problemas na minha área e me dedico a fazer isto. Só que aí, surge outra questão, esta sim, de tirar o sono, mais do que (a falta de) o dinheiro. A questão que me tira o sono realmente é a entrega do produto/serviço no prazo. Tem vez que não consigo. Mesmo alguns serviços que faço de graça me levam a ter esta preocupação. Por isto estou acordado de madrugada, tentando entregar um microcomputador pessoal e uma impressora, já pela manhã. Espero que eu consiga.
Este post foi escrito enquanto ocorria o download do driver da impressora. Por isto também que o cara que não é de informátca, acha que o cara da informática está sempre voando. Enquanto ele faz um download, roda um script essas coisas, ele pode escrever, ler, conversar, deixar três micros rodando ao mesmo tempo, etc...
Bjs informacionais,
Alf.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Estado Civil.

Oi.

Vivem me questionando porque não há alusão ao meu estado civil nas minhas muitas formas de contato. É simples: quando estou escrevendo aqui no blog, ou quando você está acessando um de meus perfis públicos, eu quero te mostrar a mim mesmo, sem anexos. Falo, quando muito, do Cesinha, este, mais do que anexo, minha continuidade nesta terra. Mas, enquanto personalidade pública, não sou anexo de ninguém, nem quero que alguém seja taxado como meu anexo.

Simples assim.

Bjão,

Alf.