quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Expectativas.

Oi.
Existe um livro famoso, de Charles Dickens, chamado "Grandes Esperanças" - Great Expectations, no original em inglês, por isto o título deste post, "Expectativas.". Charles Dickens, autor famoso, foi "plagiado" até por um gênio, Walt Disney, que inspirou um de seus famosos personagens, Tio Patinhas, no mais famoso personagem de Charles Dickens, Ebenezer Scrooge, de "Um Cântico de Natal". (tão plagiado, que em inglês, o nosso Tio Patinhas chama-se Uncle Scrooge McDuck, em franca referência ao personagem de Dickens, que no livro é chamado de Uncle - Tio - Scrooge). Mas, agora que todos já entendemos a importância literária de Dickens, voltemos a "Grande Esperanças", um livro também famoso, que já foi vertido para o teatro, cinema e TV por, pelo menos, 19 VEZES, se incluirmos as versões animadas, com destaque para um episódio de South Park. É uma história triste, um drama, mas que, ao narrar a vida de um homem, a partir dos sete anos e as benesses que recebeu, o faz de forma inusitada, porém sincera.
Chega o início do ano e acendem-se as chamas da esperança de uma vida melhor com relação àquela que foi vivida no ano novo anterior. Claro, é até natural também, que certas expectativas se frustrem. Acho que já escrevi isto antes, mas, para mim os eventos da vida são assim: os sonhos se concretizam e as fantasias se frustram, mas é só com o passar do tempo e dos eventos é que entendemos o que havíamos planejado que foi sonho ou fantasia.
Quando trabalha-se com plano de metas, estuda-se o futuro. E o futuro é quantificado em prazos, curto (até um ano), médio (em torno de três anos) e longo (até dez anos - acima deste prazo, podemos chamar de visão de futuro e não, simplesmente, de metas). Pois bem, neste curto espaço de tempo, de um ano, é preciso ser realista: não adianta projetar para um ano, objetivos de longo prazo, nem postergar a execução de tarefas que transformem nosso curto prazo em médio (ou quem sabe até longo) prazo. É preciso encontrar o ponto ideal da balança, entre o demasiado cedo e o demasiado tarde , para que nossas expectativas possam, através do nosso trabalho, inserido num contexto de uso eficiente de tempo, lograr êxito, transformando-se em realidade.
2012 chegou e meus votos de ano novo são que seus sonhos possam se transformar em realidade. O seu esforço é motor que pode fazer isto, mas o combustível é sua crença de que é possível. Afinal, tudo é possível ao que crê. Para dar uma cor local, que tal este vídeo com Mariah Carey e Whitney Houston, "When You Believe":
http://www.youtube.com/watch?v=ezCntjPsrY4
Creia, transforme seus sonhos em realidade, suas expectativas em verdade e faça acontecer algo novo em sua vida.
Beijos e abraços,
Alf.

domingo, 13 de novembro de 2011

Cinco milhões mais rico.

Oi.
Acabei de te enganar, não foi? Você achou que eu estivesse 5 "pila" mais rico, não é mesmo? Pois é, bem que eu gostaria. Ah, tá... Você também, né? É desse jeito... Recentemente o tio Bill (Bill Gates, fundador da Microsoft) deu uma entrevista alegando que ser bilionário não é tão bom assim. Nas palavras dele é o "mesmo hambúrguer de sempre". Será? Eu acredito que este é um tipo de experiência que a pessoa tem que vivenciar - para ter sua própria opinião - por mais que o palestrante seja um dos homens mais ricos e poderosos do mundo.
Contudo, se eu fosse CINCÃO mais rico, compraria uma mansão na QI (quadra interna) do Lago Sul... A tal 'ponta de picolé', cujo terreno é banhado pelas águas do lago. Eu sei, é longe do meu trabalho, dos meus amigos, dos lugares que frequento, das coisas que gosto, mas é uma curtição. E teria que ter piscina (não dá para nadar no lago, né? Tem que ter uma piscininha, água tratada, aquecida, coisa e tal... Mas, se não for pra nadar, porque morar no Lago? Já disse, curtição!). Sem contar que, no Lago Sul, tem uma coisa que em lugar nenhum de Brasília tem: mofo. Isto mesmo, mofo. Aqui, o clima é desértico, mas lá, por causa da umidade do lago, tem. Viu?!?!? Uma exclusividade do Lago. Existem outras exclusividades, como o engarrafamento do Plano para se chegar ou sair (nos horários de pico), o custo de vida elevadíssimo, as recentes invasões e tal... Mas como eu disse, curtição.
Bem, espero que vocês tenham curtido o meu post, assim como eu curtirei estar no Lago Sul depois de rico (adeus Cruzeiro/Sudoca/SMU). Afinal, como diz um amigo meu: "Queria ser pobre um dia... Porque ser pobre todo dia é sofrido demaaaaaiiiiiiis..."
Zoações à parte,
Beijos e abraços,
Alf.

domingo, 23 de outubro de 2011

Tae Kwon-Do II

Oi.
Estou ausente, eu sei... Meus dois leitores fiéis já devem ter desistido de mim... Bem, fazer o quê, né? A fila anda... Para blogueiros e leitores, risos.
Bem eu havia dito que se emagrecesse um quilo até setembro, estaria ótimo, pois em setembro eu faria exame de faixa. Pois é, não fiz exame, não teve exame... Vida é assim mesmo, é aquilo que acontece enquanto a gente faz planos... Em contrapartida, voltei a competir. Claro que, com meus quilinhos a mais, quando muito, posso dizer que competitivamente eu estou fazendo "poomse" (na minha época era "hian", mas não esquenta com o idioma coreano não, você com certeza já viu isto, é aquela demonstração de técnica numa forma, onde o atleta luta com adversários imaginários). Já peguei duas medalhas nesta modalidade, uma em Aparecida de Goiânia, outra aqui no Cruzeiro. Está meio difícil encontrar gordinhos com a minha idade e que ainda queiram participar de Keourugui - ou Kyorugui -, luta, mas assim que eu conseguir um adversário à altura - tipo assim, com andador ou obesidade mórbida -, tô dentro... Hum... Cabe aqui uma rápida explicação do "coreanês" esportivo. Existem várias federações e estilos; no WTF é Kyorugui, no Jung Do Kwan (que também é federado na WTF - vai entender - ninguém me pergunte o porquê...) é Keourugui e no ITF é Derion. Simples, não???????
Bem, mas o mais legal é que eu não estou um quilo mais magro, como previam minhas expectativas do último post. Estou CINCO quilos mais magro (91,65 KG, em foto do meu Facebook). Não se assustem, a média é de dois quilos por mês e meu técnico/professor/treinador/"cara que me dá bronca quando eu faço merda" me disse que a média de dois quilos por mês é o máximo aceitável e que o ideal seriam 10 KG em um ano. Beleza, não preciso mais me preocupar em emagrecer, hehehehehehehehe (até parece).
Bem, é isto. Espero desta vez não parar de treinar. Está sendo bom pra mim, pro César... E a última: a Mírian (mãe do Cesinha) começou a treinar Tae Kwon-Do também - já fez duas aulas... Alguma coisa me diz que devo começar a treinar dobrado, risos.
Beijos e abraços,
Alf.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tae Kwon-Do!

Oi.
Meu blog está sendo vítima da minha falta de tempo de escrever... Meus (ex-) leitores devem estar sofrendo (ou se aliviando) com a falta de meus escritos...
A grande "atualização" de minha vida é a volta aos treinos de Tae Kwon-Do. Sim, com esta grafia, diferente da que você vê por aí (taekwondo ou tae kwon do, sem hífen), mas que foi a grafia que eu aprendi. Sim, pois eu treino desde os doze anos de idade (treino dois meses, paro um ano e por aí foi...); a última faixa que eu peguei foi a vermelha (segunda gub - ou gupp -, penúltima faixa) em dois mil e bolinha (2001 ou 2002). Em 2005 eu treinei dois meses e parei, desta vez , de verdade. Foram seis anos até que eu voltasse agora, em maio deste ano. Voltei por quê? Porque o Cesinha quis treinar. E o bichinho gosta... Já tá colecionando medalhas... Ê, Cesinha...
Mas o assunto hoje sou eu. E, nessa do Cesinha treinar (e eu treinar com ele), emagreci cinco quilos. A impressão visual é, para mim, que cheguei a pesar 103 quilos este ano (atualmente estou com 96,6 Kg), legal. Estou naquelas de usar roupas dois números a menos, medir qual buraco do cinto estou usando, essas coisas. Eu acho que se eu perder mais um quilo até meados de setembro, está bom. Bom não, ótimo.
Ótimo, pelo seguinte: acho que farei o exame para a ponteira preta em setembro; claro que se eu estiver mais leve, minha performance durante o exame será melhor. Quanto mais eu emagrecer até lá, melhor. Eu mesmo estou impressionado comigo, pois muita coisa que eu esperava não dar mais conta, estou dando. Sem contar os ganhos secundários de socialização, proximidade com o Cesinha, disciplina de horários, etc...
Por tudo isto, acho que o Tae Kwon-Do foi a grande atualização da minha vida nos últimos três meses.
Forte abraço,
Alf.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ser pai II

Oi.
Pois é, continuo sendo pai. O fato é que ser pai, com P maiúsculo, toma o tempo da gente. Olhei minha última postagem, nossa, foi em abril... Que será que eu fiz de lá para cá? De tudo um pouco, só que ao lado do Cesinha.
De Red Bull X Fighter ao circuito Racing (da LINEA), de aulas de Tae Kwon-Do a campeonatos (contando com uma vergonhosa/inusitada participação em uma luta "à vera" deste elefantinho coroa que vos escreve), estamos sempre juntos. Ele é tão presente na minha vida e eu sou tão presente na vida dele, que ele me acompanha até nos chamados de urgência do meu serviço. Meus amigos o conhecem, ele conhece os meus amigos e alguns chegam a estranhar quando eu e ele não estamos juntos. Se ser mãe é padecer no paraíso, ser pai é viver nele.
Beijos e abraços,
Alf.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ser Pai.

Oi.
Eu sempre tive muito medo de ser pai. É terrível a carga que se coloca sobre nossos ombros. Temos que nos tornar padrões, para que nossos filhos sigam nosso exemplo. A relação de pai com o filho é diferente da relação de mãe com o filho. A mãe educa, ensina. O pai, arrasta. Como pai, tenho tentado levar o meu filho a ser um bom homem. Tive que me tornar um homem melhor. Estou me tornando um homem melhor. Desde que optei por "assumir" a paternidade, tenho procurado fazer com ele o que eu espero que os homens do futuro façam no seu dia-a-dia. O nosso ensino, o paterno, é o do exemplo.
Cesinha não é fácil e não é fácil mudar. Tenho tentado mudar sempre. E não somente aos meus olhos, mas aos olhos dele. É por ele que eu procuro viver bem com as pessoas que me cercam. É por ele que eu procuro não me ausentar muito, principalmente à noite, quando ele se encontra em casa. Espero ensinar pelo exemplo positivo; seria muito frustrante saber que o Cesinha, então "Cesão", fez ou deixou de fazer alguma coisa porque não queria ser igual ao "traste" do pai. Isto é muito ruim.
Tenho milhões de problemas. Sou causador de outros milhões, que me afetam e afetam a outros. Mas, mesmo assim, procuro fazer o meu melhor. Procuro ser o melhor pai para o Cesinha.
Abração,
Alf.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"O Besouro Verde", melhor, "Kato"...

Oi.
Estou começando a achar que tenho um gosto péssimo para filmes. Mas antes, gostaria de dizer que é maravilhoso estar de férias porque, de férias, posso assistir um filme no dia de sua estréia e não "quando dá tempo"...
Lembram-se quando escrevi sobre "Os Mercenários"? Pareceu-me que só eu gostei do filme... Agora, com o Besouro, não parece ser diferente...
Ao contrário do que muita gente pensa, o Besouro não surgiu com aquela série de TV. A primeira versão do Besouro foi radiofônica, a série da TV, com o lendário Bruce Lee, já foi um remake da série radiofônica.
Já que falamos de Bruce Lee, no filme "Dragão - A Verdadeira História de Bruce Lee", duas cenas chamam a atenção: a primeira, que mostra o teste em que ele conseguiu o papel de Kato - sim, não tinha como o papel não ser dele - e a segunda, aquela em que ele vai à China para o enterro do pai e um produtor sai em busca dele, como nos filmes do gênero de Kung Fu, e ao final lhe diz que lá (na China) a série "O Besouro Verde" era conhecida como "Kato". É verdade; a franquia, tanto aquela, como esta nova versão, poderia ser chamada de Kato. Contudo, acho que na nova versão, isto foi feito de caso pensado.
Enquanto a série clássica era mais séria, a nova versão tenta ser brincante, pois ninguém imagina um Seth Rogen (o homem por trás da máscara do besouro) sério; ele é o cara ideal para fazer um cara drogado, ou bêbado, ou "bon vivent", com noites de orgia (insinuadas, seu público é a garotada), drogado e muito, muito trapalhão. Isto sem falar nos roteiros que escreve (ele co-escreve o roteiro). Ele é o cerébro por trás do sucesso adolescente "Super Bad - É Hoje", o pai atrapalhado de "Ligeiramente Grávidos" e o improvável macho em "Pagando Bem, Que Mal Tem?". Bem, ele dá "credibilidade" ao personagem central do filme, que inicia em meio a festas e bobagens do homem mimado e rico que se tornará o Besouro.
Já o Kato, vivido pelo excelente artista marcial taiwanês Jay Chou (cujo kung Fu foi conhecido dos brasileiros pelo intrigante "A Maldição da Flor Dourada"), era órfão, passou privações, foi criado pelas ruas, em suma, foi alguém que teve que se virar... O encontro destes dois contrastantes mundos é o estopim da parceria que conduz este filme de aventuras. É um filme de sessão da tarde - o que tem os críticos de cinema contra as sessões da tarde? - que mostra dois amigos irresponsáveis, tendo os problemas e aspirações típicas de amigos irresponsáveis (incluindo aí as brigas, os ciúmes, as armações, os "et cetera" que envolvem essas amizades) enquanto tentam salvar a cidade do crime. Contam com a ajuda da secretária do alter-ego do Besouro, a estonteante Cameron Dias, num papel, digamos, "não estonteante", mas fundamental na trama.
Um filme divertido, engraçado, que faz rir... Também tem boa dose de ação. Antes de assistir o filme, eu havia lido uma crítica, falando que as cenas de ação não convenciam e tal... Discordo. Amei o filme. A julgar pelas gargalhadas do povo à minha volta, outras pessoas também gostaram. Então, é um filme divertido. Ah, sim, até com a incômoda situação do Kato, que, seguindo a tendência da série televisiva, parece mais mocinho do filme que o herói Besouro, o roteiro brinca.
Então, divirtam-se.
Beijos e abraços,
Alf.